Teoria King kong - Virginie Despentes Ver maior

Teoria King kong - Virginie Despentes

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Este livro é um grito — de dor, de guerra, de liberdade. Em nome de todas as mulheres que não se enquadram, mas também de todos os seres que fogem de estereótipos, Virginie Despentes expõe sua intimidade: de punk a prostituta, de vítima de estupro a cineasta. Sua trajetória serve de disparo para estilhaçar a ditadura da imagem e os preconceitos a ela vinculados. 

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Disponível

R$ 38,00

Ficha técnica

Título Teoria King kong
Autor Virginie Despentes
Editora N-1
Tradução Márcia Bechara
Nº de páginas 128
Idioma Português
Ano 2016
Encadernação Brochura
ISBN 9788566943269

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Este livro é um grito — de dor, de guerra, de liberdade. Em nome de todas as mulheres que não se enquadram, mas também de todos os seres que fogem de estereótipos, Virginie Despentes expõe sua intimidade: de punk a prostituta, de vítima de estupro a cineasta. Sua trajetória serve de disparo para estilhaçar a ditadura da imagem e os preconceitos a ela vinculados. Não à toa, o livro foi um fenômeno na França; ele é, afinal, um manifesto poderoso, ácido e provocante para um novo feminismo. Para Paul B. Preciado, em seu Testojunkie, “V.D. é um ser absolutamente perfeito […]. Convém destacar que existem muitos tipos diferentes de perfeição na pornografia e no feminismo, e que V.D. possui todos esses tipos reunidos e que cada um deles lhe pertence em seu grau máximo”.

A distinção entre masculino e feminino é tão engessada, tão esmagadora. Do meu ponto de vista, nossa aparência e as coisas que fazem parte disso — inclusive a sexualidade — precisam ser mais fluidas. De tempos em tempos, deveríamos ser capazes de mudar, de nos desapegar da ideia de gênero, de experimentar mais. Nosso visual, o modo como agimos e nossas intenções poderiam mudar. Eu posso ser uma vagabunda sexy hoje e uma mulher de negócios poderosa amanhã.

Virginie Despentes, entrevista para Olivier Zahm
purple.fr, no 16, 28 de julho de 2011

SOBRE A AUTORA

Virginie Despentes nasceu em Lyon, França. Publicou seu primeiro romance Baise-moi [Me fode] em 1993, aos 24 anos. Antes disso, no entanto, trabalhou numa loja de discos, numa de revelação fotográfica rápida, e depois como baby-sitter, prostituta e resenhista de filmes pornô. Sua vivência no submundo punk-rock e da prostituição a dotou de um olhar agudo para as hipocrisias da contemporaneidade. Desde então, com seu estilo cru e irônico, têm se firmado como uma das escritoras feministas mais polêmicas e relevantes da França. Viveu alguns anos em Barcelona junto a Paul B. Preciado, de quem foi companheira, tendo regressado a Paris em meados da década de 2010. Entre suas obras estão, Les Chiennes savantes [Cadelas eruditas], 1995; Les jolies choses [As belas coisas], 1998; Teen spirit [Espírito adolescente], 2002; Trois étoiles [Três estrelas], 2002; Bye Bye Blondie [Até logo, Blondie], 2004; Apocalypse bébé [Bebê apocalipse], 2010; e a trilogia iniciada em 2015, Vernon Subutex. Recebeu diversos prêmios ao longo de sua carreira, como o Prêmio Lambda de Literatura na categoria “não ficção LGBT”, em 2011; o prêmio Renaudot, em 2010; e os prêmios Landerneau e La Coupole, ambos em 2015. Como diretora de cinema, foi responsável tanto pela adaptação de Baise-moi, em 2000, e de Bye Bye Blondie, em 2012; quanto pelo documentário Mutantes (Féminisme Porno Punk), de 2009.

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